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Setenta anos de um encontro singular


Aos 23 anos, em 3 de outubro de 1950, Divaldo Pereira Franco recebeu pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, a primeira definitiva prova que a Espiritualidade lhe endereçou a respeito de sua missão. Essa, através do médium mineiro.

A mensagem veio assinada por Francisco, o de Assis. Divaldo, sempre discreto, pouco discorre a respeito, mesmo agora que o convidamos a fazê-lo, ante a significativa data.

Imaginamos, no entanto, a emoção que devem ter vivido aquelas três almas, naquele significativo momento: Francisco, Chico, Divaldo.

A mensagem se constitui num chamado, também num alerta ao compromisso. Parece-nos que Francisco reprisa os seus próprios sentimentos, ao receber o convite do Cristo, agora transmitindo-o a outro discípulo da Seara.

Perseverança no bem, como abençoado programa de cada dia, é o nosso lema.

Imprescindível caminhar agindo na sementeira sublime do futuro.

Avançar em execução dos divinos propósitos é nosso dever.

Não nos congregamos agora pela primeira vez.

Toda a expressão de amparo aos nossos semelhantes é de nosso apostolado. (O semeador de estrelas/Suely Caldas Schubert/ed. LEAL/cap. 34)

Com certeza, Divaldo deve ter reconhecido a voz amiga, que ouvira antes. Há quanto tempo? Nem podemos cogitar. Pode ter sido nos caminhos da Úmbria, depois... onde mais?

No entanto, reconhecemos se tratar do reencontro de três almas abnegadas. Francisco de Assis e o mineiro cumpriram a sua trajetória. Divaldo prossegue colocando sua candeia bem alto para que a sua luz se projete à distância.


Em 9.11.2020.

 
     
 
 
 
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